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Câncer infantil: segurado pode ter direito a auxílio-doença parental para cuidar de dependente com a doença - Notícias

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Câncer infantil: segurado pode ter direito a auxílio-doença parental para cuidar de dependente com a doença

Dados do Instituto Nacional do Câncer apontam 12 mil novos diagnósticos de câncer infantil no Brasil a cada ano, com maior incidência na faixa de 4 a 5 anos e entre 16 e 18 anos. Como se tratam de crianças e adolescentes, que por si só são dependentes do zelo e cuidado de seus familiares, o tratamento da doença exige o acompanhamento constante dos pais ou responsáveis. Para isso, existe a possibilidade de o segurado solicitar o benefício de auxílio-doença parental.

Quem pode ter direito?

Dependendo da gravidade dos sintomas e da intensidade do tratamento do dependente com câncer, muitos segurados terão que faltar ao trabalho para dispensar cuidados à criança, o que pode trazer prejuízo àqueles que são os únicos responsáveis pelo dependente. Nesses casos, a alternativa é buscar na Justiça a concessão do auxílio-doença parental, que permitirá ao trabalhador se afastar de suas atividades para fazer o acompanhamento constante do dependente que estiver acometido pela doença.

Este benefício não é garantido pela Previdência Social, ou seja, não é possível solicitá-lo pela via administrativa. Apesar de já existir um projeto de lei sobre o tema, ele ainda não foi aprovado e, por enquanto, o pedido deve ser feito na Justiça. Cada caso será avaliado isoladamente, por isso, em caso de dúvidas, procure um advogado de sua confiança! 

Fique atento aos sinais da doença

Os tipos mais comuns de câncer nas crianças são leucemia, tumores no sistema nervoso central e linfomas (câncer dos gânglios linfáticos), geralmente com origem em células que se desenvolveram em estágios iniciais da gestação.

Os principais sinais de investigação em relação ao câncer infantil são:

- vômitos associados a dores de cabeça (sem náusea);
- desequilíbrio ao andar;
- dificuldade na visão;
- dores ósseas ou nas articulações;
- movimentos limitados;
- palidez insistente;
- febre persistente;
- emagrecimento;
- fraqueza;
- irritabilidade;
- sudorese excessiva;
- manchas roxas no corpo ou em pálpebras;
- sangramento em geral;
- diarreias crônicas;
- dores frequentes nos dentes, não associadas a cáries;
- dores abdominais prolongadas;
- ínguas, gânglios ou nódulos indolores, com rápido crescimento, principalmente no pescoço, axila ou virilhas;
- nódulos ou pintas na pele, que crescem ou mudam de cor;
- secreção crônica drenada pelo ouvido;
- desenvolvimento precoce de caracteres sexuais;
- na região dos olhos, pupila branca ou totalmente dilatada, protrusão do globo ocular.

Com informações de Portal Brasil
 

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